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DEIXE-ME!












Deixe-me aqui, Neste lugar!
 Deixe-me só para pensar.
 Eu não quero isso,
eu não quero ser,
 eu não quero ter!
 Eu não quero ir,
 eu não quero sentir,
Deixe-me aqui!
 Deixe-me em paz,
sem paz alguma,
 mas aqui ninguém se importa.
E isso é bom, ficar aqui, sem gente hipócrita!
Deixe-me aqui, neste lugar acolhedor,
 que conforta meu olhar, acalenta minha dor.
 Não tire-me o direito de desistir dos meus sonhos,
de desistir dos meus segredos, de perder tudo o tempo todo.
 Deixe-me sofrer minhas próprias consequências,
 Deixe-me viver sem vida alguma nisso.
 Deixe-me fechar os olhos e ser criança novamente,
 o mundo me machucou demais,
 e eu só quero dormir ouvindo a chuva.
 Deixe-me, desista de mim,
não há desespero, não há mais nada!
 largue-me, esqueça-me, expulsa-me, abandone-me, fuja de mim, proteja-se.
Ou, meu caro, apenas deixe-me!

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A morte da menina

Morreu ela.
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