segunda-feira, 20 de junho de 2016

Assassino

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Amei a ti, somente a ti.
Amei a ideia do amor.
Amei poder sonhar com uma outra vida,
Amei um amor que você nem tocou.
Era menina, ninando sonhos,
Era sozinha, minha companhia.
Era você, homem perfeito,
Lembro do cheiro, e das velhas rimas.
Caí da nuvem, ainda perdida,
Amei a ti, esqueci da vida.
Precisava do amor de alguém,
Não tive de volta o amor de ninguém.
Decepções paralelas,
Agora conta pra ela,
Que o amor da sua vida,
É uma menina que por ti daria a vida.
Amor tão forte, intransponível,
Confidencial e intransferível.
Amei a ti, o tempo todo,
Paguei pelos erros, perdi o jogo.
Será que amei a ti, ou menos a mim?
Será que o amor e esse ódio,
Não era falta de amor próprio?
Quem dera eu ter o seu amor,
Quem dera eu ter o meu amor.
Quem dera eu, fosse daquelas pessoas,
Que nem ama muito, e já está junto pra sempre.
Amei a ti, eternamente,
É como se um anjo, juntasse a gente.
Quem sabe em outra realidade,
Não nasci pra ser metade.
Vou me encontrando na vida real.
Vou te encontrando nos meus sonhos.
Amei a ti, amor banal.
Quase morri, mas não é real.
Perdi o direito de sonhar pra sempre.
Quando esse sonho morreu de repente.
Amei a ti e não a mim.
Que tonta eu, peço desculpa!
Não teria sido um bom par,
Preciso ser impar e ir a luta!
Não nasci pra esse lance de casal,
Amor pra mim, não é real.
Mas fique com a informação,
De que carrego em mim,
a essência da solidão.
É um velório do meu amor,
O coração está morto,
Apenas me mantém funcionando,
Porque o que me  mantinha viva,
Você matou!
Assassino de sonhos,
Usou a pior arma,
Matou uma menina,
E deixou uma mulher sem alma.

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